Ontem de madrugada parei para pensar que: O ser humano, nada mais nada menos é do que a reinvenção do ser humano. Olhe bem e me diga se não é. Nós nascemos sem ter noção do que somos, do que éramos ou do que seremos.
Ai com o passar do tempo e da convivência com os seres humanos nos perguntamos: O que realmente somos?!
E com essas respostas vem a “invenção” da nossa identidade.
Mas nós já nascemos destinados a seguir certos valores das quais a sociedade impõe.
São os valores dos nossos pais, avós e bisavós, etc.
E juntando valores dos avós de uns e bisavós de outros temos a CULTURA. É ela quem nós diz mais ou menos o que é certo ou errado ou como se fazer um arroz.
Tudo nessa tal de “cultura” foi inventada. Assim como tudo que usamos e não usamos no nosso dia-a-dia.
Quem vive na mata são os bicho (pra não falar animais, por que fica estúpido). Nós, seres humanos vivemos de cultura, da nossa própria e velha cultura.
E dentro desse mundo tão confuso e cheio dessa tal de “cultura”, nós meros mortais podemos seguir: uma cultura gastronômica, uma cultura musical ou uma cultura mau carácter.
Estou tentando dizer que você pode ser o que quiser, quando quiser e aonde quiser.
Mas você tem que ter qualidades para seguir a cultura desejada. Por exemplo: se você quiser seguir uma cultura de educador, você tem que saber lidar com pessoas.
Logo, nós nos inventamos mediante as qualidades que temos e as necessidades que a nossa “cultura” desejada espera que tenhamos. E assim obteremos um valioso reconhecimento.
Não ira importar se eu disser que sou boa o bastante para você se você não acreditar nisso.
Acho isso uma coisa legal para se pensar, nós sempre precisaremos que o outro reconheça a pessoa que inventamos ser.
Porque até para ser boa o bastante para você eu tive que me inventar e reinventar varias vezes, todos os dias.
Mas para que essas invenções e reinvenções sejam boas elas tem que ser plausíveis e intensas.
Nós não nos inventamos, todos os dias, somente para nós. Nos inventamos para o outro também. Para que ele de sentido a nossa diária brincadeira de nós inventar e reinventar.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Eterna brincadeira
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