Já tinha o visto algumas vezes.
Mas um dia agente conversou.
E ficamos no final da noite.
Foi uma noite simpática e que passava muito rápido.
Quando nos demos conta já eram 7 horas da manhã.
E tínhamos que ir embora.
Mas a vontade de ficar estava quase me dominando.
A vontade de que ele ficasse comigo era maior ainda.
Mas nem tudo que eu quero é possível!
Mas eu senti que por trás dos óculos e daqueles olhinhos apertados,
Algo me dizia que ele também não queria ir embora.
Eu passaria a noite inteira conversando com ele
E a conversa fluía sem o mínimo esforço.
E cada beijo era diferente,
E ele tinha um abraço quente para aquela noite fria.
E parecia que eu o conhecia há anos,
Era uma amizade antiga, mas recente.
É aquele tipo de amizade coloridinha de infância (como se eu fosse velha).
O tipo de companhia que só de se falar já faz bem.
Sim, ele me fez bem. Tinha tempos que eu não sentia o que eu senti.
Logo, veio o medo.
O medo do apego.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Coisas estranhas de se sentir
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